Não há nada demais em uma eleição polarizada. É do jogo democrático. Faz parte do processo de amadurecimento das pessoas, das instituições e, principalmente, da classe política, dos partidos e do eleitorado.
A polêmica, a disputa intensa, os comícios, as caminhadas e as carreatas fazem parte desse cenário. Já a compra de votos e eventuais atos parciais e injustos de promotores e juízes precisam ser combatidos e corrigidos com o aperfeiçoamento do processo.
Vejam a trajetória de democracias como os Estados Unidos, a França, o Reino Unido, a Alemanha e a Itália. Cada uma tem sua história e seus desafios. Alemanha e Itália, por exemplo, reconstruíram suas instituições democráticas após experiências de ditadura e fascismo.
O Brasil ainda carrega as marcas de intervenções militares e de golpes com participação civil. O certo é manter a ordem democrática e o eleitor evitar votar em quem pretende retirar seus direitos. As sucessivas eleições vão ensinando.
