sábado, 17 de outubro de 2026

É natural uma eleição polarizada numa democracia


Não há nada demais em uma eleição polarizada. É do jogo democrático. Faz parte do processo de amadurecimento das pessoas, das instituições e, principalmente, da classe política, dos partidos e do eleitorado.

A polêmica, a disputa intensa, os comícios, as caminhadas e as carreatas fazem parte desse cenário. Já a compra de votos e eventuais atos parciais e injustos de promotores e juízes precisam ser combatidos e corrigidos com o aperfeiçoamento do processo.

Vejam a trajetória de democracias como os Estados Unidos, a França, o Reino Unido, a Alemanha e a Itália. Cada uma tem sua história e seus desafios. Alemanha e Itália, por exemplo, reconstruíram suas instituições democráticas após experiências de ditadura e fascismo.

O Brasil ainda carrega as marcas de intervenções militares e de golpes com participação civil. O certo é manter a ordem democrática e o eleitor evitar votar em quem pretende retirar seus direitos. As sucessivas eleições vão ensinando.

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