segunda-feira, 2 de março de 2026

CEGÁS tem novo presidente a partir desta segunda (2)


Tomou posse nesta segunda-feira (2), às 16h, no auditório da companhia em Fortaleza, o novo presidente da Companhia de Gás do Ceará (CEGÁS), José Eduardo Marzagão Filho. Advogado e até então gerente jurídico da estatal, ele substitui o engenheiro de minas Miguel Nery, que estava no comando desde março de 2023.

Miguel deixa a presidência após uma gestão marcada pela expansão do fornecimento de gás natural no Ceará e pelo fortalecimento institucional da companhia.

Com experiência na advocacia e atuação na área jurídica da própria companhia, Marzagão Filho assume com a missão de dar continuidade aos projetos estratégicos da CEGÁS.

A cerimônia contou com a presença de autoridades, dos deputados estaduais Jeová Mota e Sérgio Aguiar, representantes da OAB-CE e da Arce, além de secretários de Estado, presidentes de sindicatos, diretores e conselheiros da CEGÁS, servidores e convidados.

Ceará tem a menor taxa anual de desemprego desde 2012

Em 2025, o desemprego no Ceará atingiu o menor valor de toda a série histórica 2012/2025: 6,5%, tendo recuado 0,5 pontos percentuais (p.p) em relação a 2024. O resultado cearense é ligeiramente acima do nacional no ano passado, de 5,6%, mas, no entanto, é bem abaixo do índice de desemprego no Nordeste: de 7,9%. Em 2021, após pandemia (Covid 19), a taxa de desemprego no Ceará tem caído: 9,5% em 2022; 8,5% em 2023 e para 7% em 2024. 

Os bons números da queda do desemprego no Ceará estão no Enfoque Econômico (Nº 315 – fevereiro de 2025) – Mercado de Trabalho Cearense Atinge Mínima Histórica no Ano de 2025), que acaba de ser publicado pela Diretoria de Estudos Econômicos (Diec) do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). O estudo tem como autor o analista de Políticas Públicas Daniel Suliano.

 

Gráfico 1: Evolução da Taxa de Desocupação (Desemprego) – Brasil/Nordeste/Ceará


Fonte: IBGE/PNAD Contínua. Elaboração: IPECE.

Após a máxima de 14% em 2021 – explica o Analista -, a taxa de desocupação cearense vem exibindo uma trajetória de redução paulatina, consistente com a normalização póspandemia. Antes do período pandêmico, a menor taxa no Estado havia sido alcançada em 2014, quando atingiu 7,1%, ao seguir uma sequência de queda tendo em conta que, em 2012 e 2013, as taxas haviam sido de 7,8% e 7,7%, respectivamente.

Daniel Suliano informa que o indicador, em 2022, já havia caído para 9,5%, um recuo impressionante de 4,4 pontos percentuais quando comparado ao ano anterior, ficando em um patamar de 8,5%, em 2023, o que sinaliza novamente uma queda persistente, cenário que também ocorre em 2024, ao situar-se em 7%.

Daniel, destaca ainda que a economia brasileira de acordo com oscomunicados do Copom do Banco Central, em dezembro de 2025,tem apresentado um mercado de trabalho que mostra resiliência operando, assim, em ritmo de pleno emprego ou até mesmo acima dele. O trabalho completo já pode ser acessado na página do Ipece.

Luizianne Lins aprova medidas contra relativização do estupro de vulnerável na Comissão de Combate à Violência contra a Mulher


A Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher (CMCVM) do Congresso Nacional, presidida pela deputada federal Luizianne Lins (PT/CE), aprovou na última quarta-feira (25/02) dois requerimentos de autoria da parlamentar em resposta à decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) que absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos, no município de Indianópolis, no Triângulo Mineiro.

A decisão judicial gerou ampla repercussão e foi criticada por especialistas, entidades de defesa dos direitos da infância e movimentos sociais. O tribunal utilizou como fundamento a existência de um suposto “vínculo afetivo” e a alegação de consentimento da criança, interpretação que contraria a legislação brasileira, que define como estupro de vulnerável qualquer relação sexual com menores de 14 anos, sem exceções.

Diante da gravidade do caso, a deputada Luizianne Lins apresentou dois requerimentos com o objetivo de fortalecer a proteção integral de crianças e adolescentes. As iniciativas foram aprovadas pela Comissão.

Foram aprovadas as seguintes medidas:

A realização de uma audiência pública nacional, para debater a violência sexual contra crianças e adolescentes, o crime de estupro de vulnerável e os deveres do Estado na garantia da proteção integral da infância e da adolescência;

A publicação de uma Nota Oficial da Comissão, manifestando posição institucional contrária à relativização do estupro de vulnerável e em defesa dos direitos de crianças e adolescentes.

Confira a nota

As medidas aprovadas reforçam o papel da Comissão como espaço institucional de debate, posicionamento e articulação no enfrentamento da violência contra mulheres, crianças e adolescentes, e integram a agenda de atuação do mandato da deputada Luizianne Lins no Congresso Nacional.


Projeto Soldadinho-do-Araripe leva inclusão e cuidado às crianças neurodivergentes do Crato


Uma parceria entre a Prefeitura Municipal do Crato e a Universidade Regional do Cariri (URCA), por meio do Grupo de Estudos e Atendimento em Pediatria e Adolescência (GEAPAM), lança o Projeto Soldadinho-do-Araripe nas escolas do município. A iniciativa visa acompanhar e promover a inclusão, cuidado e desenvolvimento integral de mais de 100 crianças neurodivergentes e neuroatípicas, dentro e fora da sala de aula.

O projeto articula ações das áreas de saúde, educação e esporte para identificar atrasos no desenvolvimento e fatores de risco, além de estimular a participação das famílias na rotina e no desenvolvimento infantil. Cerca de 30 profissionais farão triagem, avaliação padronizada, acompanhamento sistemático e capacitação contínua dos profissionais da rede pública.

A proposta é a melhora funcional das crianças nos contextos escolar, comunitário e esportivo, o fortalecimento das capacidades motoras e cognitivas e maior engajamento familiar e inclusão social dentro das escolas e comunidade.

Mallei Calçados se instala em Granja: nova unidade industrial deve gerar mais de 800 empregos


O Governo do Estado do Ceará confirmou apoio à instalação da empresa Mallei Calçados no município de Granja, no Norte do estado. A nova unidade industrial será viabilizada por meio da Política de Incentivos e Subvenções e representa mais um avanço na interiorização da indústria e na geração de emprego e renda. A expectativa é de criação de mais de 800 vagas diretas.

O anúncio foi realizado pelo governador Elmano de Freitas, no Palácio da Abolição, com a presença do sócio da empresa, Vanderlei Mombach; do prefeito de Granja, Aníbal Filho; do presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Romeu Aldigueri; e dos diretores da Agência de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Adece), Liana Fujita e Luís Eduardo Barros. “O Governo do Estado está comprometido em apoiar iniciativas que gerem emprego e oportunidades para o nosso povo. Tenho convicção de que esta é uma grande conquista para os cearenses, especialmente para a população de Granja”, destacou o governador.

Segundo Vanderlei Mombach, as obras terão início em março, com previsão de início das contratações a partir de novembro. “Estamos muito felizes por contribuir com o desenvolvimento de Granja”, afirmou.

O prefeito Aníbal Filho ressaltou o impacto da iniciativa para o município: “Trabalhamos desde 2013 para viabilizar esse projeto, que representa mais oportunidades e dignidade para o nosso povo.”

Larissa Gaspar defende o nome de Luizianne Lins para representar o Ceará no Senado Federal


A deputada estadual Larissa Gaspar (PT) manifestou publicamente seu apoio em defesa do nome da deputada federal Luizianne Lins para representar o Ceará no Senado Federal. O posicionamento reafirma a importância de uma mulher com trajetória e compromisso social ocupar esse espaço de representação política.

Para Larissa Gaspar, Luizianne reúne atributos políticos e históricos que a credenciam para representar o Ceará no Senado. “Luizianne tem uma história marcada pela coragem, pela defesa da democracia, dos direitos das mulheres, da classe trabalhadora e dos direitos humanos. É uma liderança que nunca se furtou ao debate e sempre esteve ao lado do povo”, afirmou a parlamentar, que atualmente ocupa a segunda vice-presidência da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece).

Luizianne Lins possui uma trajetória amplamente reconhecida na política cearense. Foi prefeita de Fortaleza por dois mandatos consecutivos (2005–2012), período em que implementou políticas públicas estruturantes nas áreas de educação, saúde, assistência social, habitação e cultura. Sua gestão é frequentemente apontada como um marco na ampliação da inclusão social e na valorização das periferias da capital cearense.

Atualmente deputada federal, Luizianne mantém atuação destacada no Congresso Nacional, com posicionamento firme em defesa da democracia, dos direitos sociais, das mulheres e das pautas populares, mantendo coerência com as lutas históricas do campo progressista no Ceará e no Brasil.

Larissa Gaspar construiu sua trajetória política a partir do movimento feminista e da defesa dos direitos humanos. Eleita vereadora de Fortaleza em 2020, destacou-se pela autoria de leis de forte impacto social, como a que proíbe fogos de artifício com estampido sonoro na capital. Desde 2023, como deputada estadual, tem atuação reconhecida na Alece, com forte incidência nas pautas de combate à violência de gênero, defesa da infância, da educação pública e dos direitos das mulheres.

Ao defender o nome de Luizianne Lins para o Senado, Larissa Gaspar reforça a necessidade de ampliar a presença feminina nos espaços de poder e decisão e de fortalecer lideranças com trajetória, coerência e compromisso social. “Defender o nome de Luizianne é defender uma política feita com coragem, convicção e compromisso com quem mais precisa. É afirmar que o Ceará pode ser representado no Senado por uma mulher de luta”, concluiu.

‘Devemos nos preparar para o pior’, diz Celso Amorim sobre conflito no Oriente Médio


O embaixador Celso Amorim, assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou, hoje, à GloboNews que o Brasil deve se preparar para o pior diante do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, no Oriente Médio.

“Ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de um país, que está em exercício, é condenável e inaceitável. Devemos nos preparar para o pior”, afirmou o embaixador. Ao ser questionado sobre o que seria “o pior”, Amorim mencionou um possível alastramento do conflito na região.

“O aumento vertiginoso das tensões no Oriente Médio, com grande potencial de alastramento. O Irã historicamente fornece armamento para grupos xiitas que estão em outros países, além de grupos radicais”, argumentou.

O embaixador acrescentou que vai falar com o presidente Lula ainda nesta segunda. Segundo ele, os dois ainda não conversaram direito sobre o assunto. Segundo interlocutores do Planalto, a diplomacia brasileira ainda vai avaliar como o conflito pode interferir na agenda de Lula com o presidente norte-americano, Donald Trump, neste mês.

Há uma previsão de que a ida de Lula a Washington ocorra de 15 a 17 de março, mas martelo não foi batido ainda. Nesta sexta (27), Trump, inclusive, disse que “adoraria” receber o brasileiro em Washington.

“Estamos a poucos dias do encontro do presidente com Trump, em Washington. É sempre difícil encontrar o equilíbrio entre a verdade e a conveniência. Não perder a capacidade de diálogo sem comprometer a credibilidade exige destreza”, afirmou Amorim.

O governo brasileiro já prestou solidariedade a países impactados por ataques retaliatórios do Irã e pediu a interrupção de ações militares na região do Golfo. Em nota divulgada na noite deste sábado (28), o Ministério das Relações Exteriores afirmou que a escalada representa uma grave ameaça à paz.

Diferentemente do comunicado divulgado na manhã de sábado, quando condenou ataques feitos por Israel e Estados Unidos contra alvos iranianos, nessa última nota o Itamaraty não citou diretamente os dois países.

21 ministros devem deixar o Governo Lula para participar das eleições


Março chega como reta final para os ministros que precisam deixar a Esplanada em busca de cargos eletivos em outubro. De acordo com a legislação eleitoral, os titulares têm até seis meses antes do primeiro turno para se desincompatibilizar. No momento, 21 ministros estudam deixar as pastas que ocupam com destinos diversos: concorrer ao Senado, à Câmara dos Deputados, a governos estaduais ou mesmo se dedicar à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Apesar de os palanques estaduais ainda estarem em processo de definição, ministros são peças-chave para a estratégia do presidente, que busca um inédito quarto mandato no Palácio do Planalto. Pesquisas eleitorais recentes, que mostraram um avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como nome da direita, acenderam um alerta no governo sobre a necessidade de garantir candidaturas fortes nos principais colégios eleitorais — São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. As informações são do Correio Braziliense. 

São Paulo é a maior incógnita por enquanto. Cresce a pressão do Planalto e do PT para que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, dispute o Palácio dos Bandeirantes contra o incumbente Tarcísio de Freitas (Republicanos). Lula, Haddad e o vice-presidente Geraldo Alckmin se reúnem, a princípio, na terça-feira, para definir o desenho no estado. Apesar de Haddad negar publicamente que sua candidatura esteja definida, ela é dada como certa por aliados, uma vez que o ministro é considerado o único nome competitivo contra o governador paulista, escanteado eleitoralmente pelo clã Bolsonaro e praticamente obrigado a disputar a reeleição.

Pressão

Por sua vez, Alckmin também é pressionado a concorrer pelo estado — possivelmente ao Senado —, abrindo espaço para que um nome do MDB componha a chapa de Lula como vice. Nos bastidores, o atual vice-presidente nega querer disputar qualquer cargo que não seja a reeleição. O PSB tenta garanti-lo no posto e parte dos emedebistas resiste à hipótese de se atrelar a Lula — não esqueceram a campanha que o PT fez contra o partido, à epoca do impeachment de Dilma Rousseff, tentando colar no então vice Michel Temer a alcunha de traidor. Ainda assim, setores do MDB veem vantagem em embarcarem na segunda reeleição de Lula, sobretudo no Norte e no Nordeste, onde o presidente, aos poucos, perde capital eleitoral para o bolsonarismo.

São Paulo também é destino de outros ministros de peso. Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento, pretende se lançar ao Senado pelo MDB. Para isso, porém, precisa trocar domicílio eleitoral e de partido, já que o partido no estado pretende embarcar na reeleição de Tarcísio e na campanha de Flávio Bolsonaro. Ela foi senadora pelo Mato Grosso do Sul até 2022, quando disputou a Presidência e, por conta do apoio que deu a Lula no segundo turno, foi convidada para ser ministra. 

Quem também mira o Senado é a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, que negocia a volta ao PT para viabilizar-se na disputa. Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário, quer se reeleger como deputado federal por São Paulo. Já Márcio França, do Empreendedorismo, lançou pré-candidatura ao Palácio dos Bandeirantes, mas pode ser mais um nome ao Senado. Porém, um candidato a mais do campo progressista poderia dividir os votos.

Também quer ser governador o ministro Renan Filho (Transportes), em Alagoas, para tentar fazer uma barreira de contenção ao grupo do ex-presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL) — que deve contar com o apoio do bolsonarismo. Mas Renan não é o único que vai em busca de um governo estadual: André Fufuca (Esportes), no Maranhão, pretende concorrer ao Palácio dos Leões, porém pode reforçar o time governista na busca de uma cadeira ao Senado. Outro que pode voltar ao Poder Executivo local é Camilo Santana (Educação) — aguarda definição se apoiará a campanha à reeleição de Elmano de Freitas (PT) ao Palácio da Abolição ou se ele mesmo vai à luta, caso se conclua pelas pesquisas de intenção de votos que tem mais chances de vitória.

Em Minas Gerais, o xadrez está complicado, uma vez que o bolsonarismo formou uma base forte no estado. Dos ministros, a dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, vai atrás da reeleição a deputada estadual, condição que não é capaz de influenciar tanto assim na reeleição de Lula. Alexandre Silveira, de Minas e Energia, chegou a ser cotado para o governo mineiro ou para o Senado, mas deve se abster da disputa e participar da coordenação da campanha de Lula no estado, sem deixar o posto na Esplanada. Isso porque o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), adversário de Silveira, sinalizou ao presidente que pode aceitar o convite para disputar o Palácio da Liberdade contra o atual vice-governador, Mateus Simões, apoiado pelo governador Romeu Zema (Novo) e pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

Além de Silveira, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, também participará da campanha à reeleição do presidente sem deixar o cargo. Já o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, planeja sair do posto para se dedicar integralmente à busca do novo mandato pelo presidente. Publicitário, Sidônio fez carreira em campanhas políticas e comandou a que levou à vitória do petista, em 2022, sobre Jair Bolsonaro.

O Senado é destino prioritário de grande parte dos ministros. Além dos já mencionados, buscam uma cadeira na Casa Rui Costa (Casa Civil), pela Bahia; Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais), pelo Paraná; Waldez Góes (Desenvolvimento Regional), pelo Amapá; Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), por Pernambuco; e Carlos Fávaro (Agricultura), pelo Mato Grosso. Querem a Câmara Jader Filho (Cidades), pelo Pará; André de Paula (Pesca), por Pernambuco; Anielle Franco (Igualdade Racial), pelo Rio de Janeiro; Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), por São Paulo; Sonia Guajajara (Povos Indígenas), por São Paulo; e Wolney Queiroz (Previdência), por Pernambuco. Esse último, porém, ainda aguarda o sinal verde de Lula

Eleição do TCU: disputa na Câmara ganha força e nome de Danilo Forte se consolida como o mais preparado


Brasília – A eleição para o novo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), prevista para o início de março, transformou-se em uma das principais disputas políticas dentro da Câmara dos Deputados. Com votação secreta e turno único, a escolha do sucessor do ministro Aroldo Cedraz tem mobilizado lideranças de todos os blocos parlamentares.

Atualmente, quatro nomes estão colocados na disputa: Odair Cunha (PT-MG), indicado oficialmente pelo PT e apoiado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta; Hélio Lopes (PL-RJ), nome respaldado pela bancada bolsonarista; Hugo Leal (PSD-RJ), articulado pelo PSD; e Danilo Forte (União Brasil-CE), que desponta como o candidato mais técnico e com maior capacidade de unificação entre centro e direita.

A articulação em torno de um nome petista tem gerado forte resistência no Parlamento. Deputados de vários partidos afirmam que a indicação do PT pode comprometer a autonomia e a independência do Tribunal de Contas, órgão responsável por fiscalizar a execução orçamentária do governo federal. Parlamentares de centro e direita avaliam que entregar ao PT uma vaga vitalícia na Corte representa risco institucional.

Nesse cenário, o deputado Danilo Forte tem emergido como o nome com maior consistência técnica e apoio político. Ele é amplamente reconhecido pela defesa firme das emendas parlamentares, do orçamento impositivo e da autonomia do Parlamento. Sua trajetória o coloca, segundo líderes de diferentes bancadas, como o candidato com o currículo mais robusto e alinhado ao papel fiscalizador do TCU. 

A movimentação recente do governo para estimular múltiplas candidaturas no campo do centro e da direita preocupa lideranças partidárias. A avaliação geral é que a fragmentação de votos favorece a eleição do candidato do PT. Nesse sentido, cresce o entendimento de que a unificação das bancadas não governistas é essencial para que um nome técnico e representativo da Câmara seja eleito.

Entre os parlamentares, a percepção consolidada é de que Danilo Forte reúne experiência, preparo e equilíbrio para ocupar a vaga no TCU, além de representar de forma legítima os interesses institucionais da Câmara dos Deputados. Lideranças avaliam que, caso haja união entre centro e direita, o deputado cearense se torna o favorito para vencer a disputa.

A escolha final ocorrerá em março, em votação secreta no plenário, e deverá definir o equilíbrio político e institucional entre Legislativo e Executivo pelos próximos anos.

Empresa Vitória se nega a receber dinheiro e fica com o troco do usuário


Lucy Menezes, moradora de Caucaia e passageira de linha de ônibus da empresa Vitória, está revoltada.

A empresa não quer receber dinheiro, obrigando o passageiro a comprar o cartão. Quem não tem o cartão e paga em dinheiro porque a lei obriga, não recebe troco.

Vejam o vídeo desse caso grave, que viola lei federal e normas do Banco Central.

Alan Macêdo vota em Leonardo Pinheiro


O prefeito de Milha, Alan Macêdo, conhecido pela competência e por ter sido decisivo para tornar o município a terra do leite e criado a primeira classe média rural no Ceará, vai votar no deputado Leonardo Pinheiro para deputado estadual. “É filho da região e tem serviço prestado”, justifica.

Aprece recebe bancada federal do Ceará


A bancada federal do Ceará se reúne, nesta segunda-feira,2/3, com representação dos prefeitos do Ceará. 

Os gestores municipais querem barrar a aprovação de projetos que aumenta as despesas dos municípios sem oferecimento de receitas para o pagamento. 

Os prefeitos querem barrar a aprovação de pisos salariais, custos com escolas, hospitais e segurança, sem repasses garantidos pela União.

Fernando Santana recebe título de cidadão de Fortaleza


A Câmara de Vereadores de Fortaleza acaba de aprovar por unanimidade,  o título de cidadão de Fortaleza para o deputado Fernando Santana. A indicação foi do vereador Cônsul do Povo, aliado do parlamentar em Fortaleza. “Ele já fez muito pelo Ceará, presidindo a Assembleia e como secretário de Recursos Hídricos”, disse o vereador Cônsul do Povo.

Juazeiro tem muitos eleitores de direita


Juazeiro do Norte é um desafio para a esquerda. Cidade com forte vocação comercial e pouca zona rural, concentra eleitorado majoritariamente conservador. Lideranças locais afirmam que candidatos “sangue puro” da esquerda dificilmente vencem. A direita e o centro reúnem eleitores com perfil conservador. O recado está dado.

Um tomógrafo e aparelhos de imagem


O município de Aurora reivindica um tomógrafo para atender a região do Cariri. O Estado poderia atender à demanda e aproveitar para instalar outros equipamentos de imagem. “Nem biópsia fazemos, por falta de estrutura”, reclamam prefeitos.


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