A primeira medida de Camilo Santana e Chagas Vieira já faz efeito: a mudança da linguagem da campanha, reaproximando Lula das crianças, dos jovens e dos estudantes. No Rio, em São Paulo e no Ceará, a juventude foi convocada para ir às ruas. As músicas ganharam um tom jovial.
O tom jovial estava faltando na campanha de Lula. Os estudantes reclamavam que o time de comunicação do presidente, candidato à reeleição, optava por uma linguagem do passado, distante do presente.
“Na escola, os estudantes reclamavam que a campanha era para velho”, relatou o próprio Lula em reunião com assessores.
