A economia nordestina tem a expectativa de ultrapassar a marca de R$ 2 trilhões até 2027. Bahia, Pernambuco e Ceará lideram.
Não há uma só proposta dos presidenciáveis ou dos candidatos aos governos estaduais para unir forças em torno de projetos comuns, como a Transnordestina, a transposição do São Francisco e as energias renováveis.
Manter a rivalidade entre os estados nordestinos atrasa o desenvolvimento regional. É preciso rediscutir o papel de órgãos como o Dnocs, a Codevasf, a Sudene e o Banco do Nordeste.
