O presidente Lula, candidato à reeleição, está sendo atacado por políticos de extrema direita. O primeiro foi o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, filho de cubanos e ligado à direita americana, que passou a adotar medidas contra o empresariado brasileiro e a punir o Brasil, sob acusações relacionadas ao trabalho escravo. Na sequência, Lula foi atacado pelo presidente da Argentina, Javier Milei, que o chamou de “ladrão”. Em seguida, um deputado americano publicou uma imagem de Lula amordaçado, em referência ao que ocorreu com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
A ação promovida por Flávio Bolsonaro encontra espaço na mídia tradicional e na internet. Pesquisas apontam que 76% dos brasileiros condenam ações de agentes internacionais contra Lula. O presidente brasileiro está aproveitando para prolongar uma pauta na qual considera ter vantagem.
A postura e os ataques do presidente argentino, Javier Milei, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram avaliados pela consultoria argentina Zubán Córdoba y Asociados. Segundo a pesquisa, 70,5% da população argentina desaprovam os insultos e a postura de Milei contra Lula, enquanto 20% apoiam as declarações e 9,5% não souberam responder. O levantamento aponta ainda que 88,9% dos entrevistados consideram o Brasil um parceiro vital ou importante para a economia da Argentina.
