O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, atua no campo da direita, seguindo os passos do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que apoia sua trajetória política.
O comportamento político de Flávio Bolsonaro e de seu grupo gerou denúncias de corrupção, improbidade e ataques a mulheres, incluindo a madrasta, Michelle Bolsonaro. O chamado “escândalo Master”, segundo seus críticos, seria o mais grave, envolvendo cerca de R$ 120 milhões, cujos repasses e destino são questionados.
Os partidos de direita decidiram não apoiá-lo no primeiro turno, recusando alianças. Em vários estados, inclusive no Ceará, repete-se esse movimento de distanciamento. PP, União Brasil, Republicanos, MDB, PSDB, Podemos, Solidariedade, PSD e Novo lançaram candidatos próprios ou passaram a criticar Flávio Bolsonaro. O jogo vai começar.
