Lula e Flávio Bolsonaro, que irão disputar o segundo turno, já investiram mais de R$ 50 milhões em impulsionamento nas redes sociais. Isso não basta. Mais importante é gerar engajamento, conquistar seguidores e transformar esse apoio em votos.
O internauta é volátil, capaz de mudar de voto e também de seguir a tendência de aderir às discussões entre a direita e a esquerda.
O mercado financeiro é uma das pautas dos usuários da internet. Muitos são investidores. Outro segmento é o da população de baixa renda, que quer ouvir se os benefícios sociais serão mantidos.
