O eleitor está começando a se interessar pela eleição. As pesquisas mostram que, no dia 15 de agosto, 46% dos brasileiros estavam acompanhando informações sobre a eleição. Agora, já são 61%.
O mês de setembro é decisivo porque o eleitor vai se informando, avaliando nomes e avaliando onde depositar seu voto. As pesquisas eleitorais acompanham a movimentação dos eleitores, que estão divididos entre direita, centro, conservadores, centro-esquerda e independentes.
Na lista dos candidatos a serem avaliados, há vários tipos na prateleira: os com serviços prestados, os que já têm ou tiveram mandatos e os que nada fazem e usam a internet para atacar pessoas e órgãos públicos e conquistar votos, apresentando-se como salvadores das comunidades. A oferta está à disposição do eleitor, que tem o poder de decidir.
Na corrida eleitoral, o eleitor parece não se importar com as campanhas na rua ou na internet. Simplesmente, 60% declaram que decidirão em quem votar duas semanas antes da eleição. Mas, entre esses eleitores que se apresentam como indecisos nos levantamentos, os estatísticos já alcançam seus segmentos e tendências.
