A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (FAEC) tem 60 anos de história. Colocaram um carimbo no qual a entidade tem que ser contra o ciclo político liderado pelo campo da esquerda. A entidade ficou para trás, esquecida. Praticamente sem ações, um grande erro.
O agropecuarista Amílcar Silveira, homem reconhecidamente de direita, chegou à presidência da FAEC e jogou esse carimbo no lixo. “Apoio quem apoia a FAEC, o agro e os produtores, e não partidos”, deixou claro e se tornou o maior presidente em 60 anos.
Amílcar Silveira fez o agro cearense referência no país ao sentar à mesa com governos e líderes do setor do agro com poderes de decisão. Deu certo. A projeção do IBGE indica uma alta expressiva de 48,2% na safra de grãos do estado, alcançando 582,1 mil toneladas, mesmo com chuvas abaixo da média. Na fruticultura, a safra de frutas frescas tem previsão de alta de 12,89%, podendo atingir 2,06 milhões de toneladas em relação ao ano anterior. O agro cearense cresceu 3,60% em 2026, a maior taxa do Brasil, mesmo com a presença do El Niño.
O agropecuarista Amílcar Silveira, e não o presidente da FAEC, está percorrendo o estado e agradecendo a todas as lideranças, entre elas produtores, agentes públicos e políticos que apoiam o agro, sem citar partidos e, sim, nomes. Agradeceu deputados de direita, como Felipe Mota, e de esquerda, caso de Salmito Filho, e, ainda, o governador Elmano de Freitas, que autorizou o uso de drones, liberou taxas mais baixas para a conta de água, energia, negocia áreas para o agro assumir os perímetros irrigados, apoiou o setor no tarifaço. Amílcar disse: “Vou votar em Elmano e não no PT”.
