quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Campanha tem palavras de ordem: “macho, covarde, frouxo, mentiroso”


Quem acompanha a propaganda eleitoral está testemunhando a intensificação do noticiário policial fora da mídia tradicional e até mesmo na internet. É o show do fim do mundo. O vocabulário é chulo, de baixaria. As expressões são: “Ele é frouxo”, “Não tem coragem”, “Eu sou macho”, “Ele é mentiroso”. Será que o Brasil, os estados e o Congresso estão precisando de “foras da lei” para governar? Houve um tempo, no Ceará, em que grupos de matadores vestiam a farda da PM para matar bandidos, mas passaram a matar inocentes. O grupo foi desfeito e seus integrantes, presos.

A percepção, no rádio e na TV, é de um ambiente de selvageria urbana, algo jamais visto. Os jornais, as rádios e as televisões estão sendo pautados pelo horário político.

Para os que observam com atenção as pesquisas, fica claro que a pauta da violência prevaleceu na mente do eleitor, tornando-se a principal preocupação.

Pautas importantes, como economia, emprego, saúde e educação, ficaram para trás na louca campanha eleitoral, que deixou de lado princípios de cidadania e de valorização da vida, banalizando valores, segundo cientistas políticos.

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