sábado, 15 de agosto de 2026

Surge o Judiciário irreverente e desobediente ao STF


A autoridade do presidente do STF, Luiz Edson Fachin, está sendo testada. Ele é atacado por quem deveria seguir a lei. O presidente da maior Corte do País quer que o Judiciário cumpra a Constituição, utilizando como teto o maior salário do serviço público, que está no próprio Judiciário: cerca de R$ 46 mil por mês, pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Ministros do STF com envolvimento em negócios, filhos de ministros do Supremo e do STJ entre os advogados mais bem pagos do País, desembargadores acusados de vender sentenças e penduricalhos que fazem membros do Judiciário e do Ministério Público receberem, muitas vezes, acima do teto atormentam o chefe da Justiça brasileira. A Justiça parece ter abandonado sua bíblia, a Constituição, e abandonado Fachin.

O juiz, o procurador e o promotor são pessoas que deveriam servir de espelho para a sociedade pelo comportamento ético, correto e exemplar. Talvez, estejam cobrando a fatura por esse comportamento, e o preço tenha que ser maior que os R$ 46 mil por mês.

A saída encontrada pelo ministro Fachin foi propor um projeto para redefinir as regras remuneratórias do Judiciário e do Ministério Público.

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