O Museu Municipal Riacho do Sangue, localizado em Solonópole, passou a ser oficialmente reconhecido como Bem de Relevante Interesse Cultural do Estado do Ceará. A medida é resultado de uma iniciativa do deputado estadual Simão Pedro, transformada na Lei nº 19.846, de 16 de julho de 2026, após sanção do governador Elmanode Freitas.
A nova legislação consolida, em âmbito estadual, o reconhecimento da importância histórica e cultural do equipamento para Solonópole e para o Sertão Central. A proposta havia sido apresentada por Simão Pedro à Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece).
De acordo com a justificativa apresentada pelo parlamentar, o Museu Municipal Riacho do Sangue representa um importante espaço de preservação da história e da identidade cultural da região. Seu acervo reúne objetos históricos, documentos, fotografias antigas e elementos ligados à cultura sertaneja.
O próprio nome do museu mantém uma ligação direta com o passado de Solonópole. “Riacho do Sangue” corresponde ao antigo topônimo associado à origem e à formação do município, permanecendo como parte da memória coletiva da população local.
Com a sanção, o reconhecimento deixou de ser apenas uma proposta legislativa e passou a integrar oficialmente a legislação estadual. A Lei nº 19.846 estabelece que a medida possui caráter honorífico e simbólico.
Isso significa que o reconhecimento não cria obrigações financeiras ou administrativas para o Governo do Ceará ou para o Município de Solonópole. O objetivo é registrar oficialmente a relevância cultural do museu e ampliar a valorização da memória regional.
A lei entrou em vigor na data de sua publicação, em 16 de julho de 2026.
