A candidatura de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto foi abandonada pelos partidos de centro e de direita, e ele ficou isolado. Sua tática mudou a partir da falta de apoio no país e passou a buscar aproximação com a direita de outros países, como integrantes do governo do presidente Trump, nos Estados Unidos, o presidente Milei, da Argentina, e poderá contar com apoio na Colômbia. A estratégia tem sido de grande repercussão. O tempo dirá se terá sucesso. Entre os bolsonaristas, tem aprovação.
A candidatura de Flávio Bolsonaro, do ponto de vista eleitoral, está montada na influência do pai, o ex-presidente Bolsonaro, o que é natural porque Flávio não tem o mesmo grau de conhecimento nacional. O pai foi presidente e se tornou líder nacional.
A campanha está começando. Flávio Bolsonaro sabe que estará sob fogo cruzado e, principalmente, será atingido por fogo amigo, do seu próprio campo político. A estratégia é manter o ritmo para chegar ao segundo turno e costurar apoios para um enfrentamento com chances de embate com Lula.
