sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Brasília, a capital da corrupção?


O governo federal, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário movimentam cerca de R$ 8 trilhões anualmente, uma fortuna da qual servidores públicos, aposentados e pensionistas ficam com 60% dos recursos. Os outros 40% são destinados à saúde, educação, segurança, infraestrutura, universidades, projetos de pesquisa, pagamento a deputados, servidores, salários e penduricalhos do Judiciário.

Os trilhões de reais atraem empresários, comerciantes, lobistas, vereadores, prefeitos e outros interessados em pegar uma fatia do dinheiro do orçamento, recursos espalhados pelos ministérios, STF e Congresso Nacional.

As emendas parlamentares são vistas como escândalo nacional, em que cada deputado ou senador tem R$ 80 milhões para gastar livremente todos os anos.

As travessuras de Flávio Bolsonaro e Lulinha são a narrativa de uma realidade comum em Brasília, onde todos têm interesses, não importando quem será usado. Lulinha e Flávio Bolsonaro são alvos disputados por quem pretende levar uma fatia do bolo orçamentário.

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