O Brasil está sendo passado a limpo? A pergunta virou um jargão na voz do jornalista Boris Casoy, veterano da comunicação que, há anos, cobra uma saída para as brigas desagradáveis e defende um Brasil com regras e amarras que possibilitem uma nação ética.
O comentário de Boris, com sua frase “é preciso passar o Brasil a limpo”, costuma ser feito após reportagens que mostram a falta de sintonia entre o Congresso Nacional, o STF e o Governo Federal. As pautas são as de sempre: situações que não cabem ao Parlamento nem ao Judiciário e, novamente, as emendas parlamentares.
A campanha eleitoral está jogando no ventilador verdades e mentiras sobre candidatos, institutos de pesquisa e até investidores, tratados como organizações criminosas. Não vale a pena apenas ouvir ou assistir. É preciso que o eleitor cheque as fontes e busque as informações em sua origem.
A cada capítulo, as divisões no Brasil não diminuem. Vidas privadas são destruídas, famílias são desfeitas e aliados políticos tornam-se desafetos durante as campanhas para, algum tempo depois, se reaproximarem. Mas a relação nunca volta a ser a mesma.
A internet, de forma democrática, aceita tudo, mas não avaliza nada. Pelo contrário, deixa sempre no ar o princípio da dúvida.
