quarta-feira, 10 de junho de 2026

A grave crise na área jurídica brasileira com pivô no STF


A falta de credibilidade que atinge o comando do Supremo Tribunal Federal parece ter contaminado a autoridade do chefe maior do Poder Judiciário, o ministro Edson Fachin, presidente do STF.

Tribunais, Ministérios Públicos e Defensorias Públicas, em níveis federal e estadual, resistem ao cumprimento das regras que limitam remunerações ao teto constitucional de R$ 46 mil mensais. Ao mesmo tempo, mantêm mais de 360 penduricalhos que multiplicam salários, chegando, em alguns casos, a R$ 350 mil por mês. A média anual de remuneração supera R$ 80 mil mensais.

O STF, sem força para impor suas próprias decisões, parece ter se tornado o centro da desobediência institucional ao presidente da Corte e também do Conselho Nacional de Justiça.

O envolvimento de ministros do STF em casos e suspeitas amplamente divulgados desgastou a imagem do mais poderoso tribunal do País. É preciso dar exemplos e recuperar a credibilidade da Corte perante o próprio Judiciário, pois a sociedade cobra respostas.

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