sábado, 14 de março de 2026

PDT e a crise interminável


A partir da crise de 2022, o PDT entrou em um processo contínuo de esvaziamento. O deputado André Figueiredo ficou praticamente só — contando basicamente com o apoio de Carlos Lupi.

Em três anos, o partido perdeu nomes importantes como Izolda Cela, Cid Gomes, Ciro Gomes, Evandro Leitão, Romeu Aldigueri, além de cerca de 14 deputados, dezenas de prefeitos e vereadores. A última baixa foi o vereador Gardel Rolim, considerado um dos melhores quadros da política do Ceará.

Entre os que deixam o partido, há quem diga: “O problema do PDT é André, que transformou o partido em uma máquina de uso pessoal”. Talvez não seja exatamente isso, mas o fato é que a disputa por sobrevivência política e reeleição também pesa nesse processo.

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