Na extrema direita, o deputado Carmelo Neto decidiu se registrar como Carmelo Bolsonaro, tentando angariar votos para deputado federal.
Quando o presidente Lula foi preso, a deputada Luizianne Lins usou a mesma tática e passou a ser Luizianne Lula da Silva, mas depois desistiu e voltou a usar Lins.
