A política é feita de dificuldades para que se construam facilidades. É o formato comum, natural, que abre espaço para negociações e disputas por lugares ao sol.
As pesquisas exibidas ao longo da semana pelo jornal Opinião e suas redes sociais deixam claro: muito caminho ainda será percorrido até que se fechem apoios, alianças e definições eleitorais. A que custo?
As sondagens para o Governo e para o Senado mostram com clareza o racha no campo da direita, que pode perder a chance de eleger novamente um senador diante da disputa entre os grupos de André Fernandes e Carmelo Neto — cada um lançou um nome para a vaga.
Do outro lado, na base do governador Elmano de Freitas, onde se reúnem 14 partidos, o ambiente é de confiança alimentada pelos bons índices de popularidade de Elmano e do prefeito Evandro Leitão. Mas o desafio é a escolha de dois nomes para o Senado, em meio a uma acirrada disputa entre aliados. São 11 pré-candidatos atuando publicamente e nos bastidores.
Estamos a exatamente um ano da eleição mais importante da história do Brasil. As pesquisas confirmam a influência dos líderes nacionais nos estados. No Ceará, Lula é o político mais influente, seguido por Bolsonaro, em proporção bem menor.