Em um momento histórico para a região dos Sertões de Crateús, o deputado estadual Moisés Braz (PT) comunicou a aprovação, na sessão desta quinta-feira (14), do Projeto de Lei nº 325/2026, que estabelece em definitivo os limites territoriais entre os municípios de Ararendá e Ipaporanga.
O projeto de lei, oriundo da Mesa Diretora da Assembleia, foi fruto de articulação do deputado Moisés Braz junto ao Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) e à Comissão de Triagem, Elaboração de Projetos e Criação de Novos Municípios da Assembleia, na condução dos estudos que embasaram o texto.
De acordo com o parlamentar, a definição dos limites era uma solicitação antiga das lideranças locais e das populações das comunidades situadas na divisa entre os dois municípios. Com a nova legislação, resolve-se um impasse de décadas que dificultava a aplicação de recursos públicos e a prestação de serviços básicos em áreas onde a jurisdição era incerta. “Esse foi um trabalho muito bem elaborado e acompanhado de perto pelo nosso gabinete, e por isso obtivemos sucesso", afirma Moisés Braz.
"Esta é uma vitória da cidadania e do diálogo. Estamos trazendo tranquilidade para as famílias que agora sabem exatamente a qual município pertencem, garantindo que as prefeituras possam investir com segurança em infraestrutura, saúde e educação nessas localidades", afirmou o deputado.
O parlamentar também agradeceu ao empenho dos prefeito de Ararendá, Aristeu Eduardo, da vice Emily Eduardo e do prefeito Amaro, de Ipaporanga, pelo espírito colaborativo na resolução do conflito.
Com a aprovação no plenário, o texto segue agora para a sanção do Governo do Estado. A expectativa é que a promulgação da lei ocorra nos próximos dias, consolidando o novo mapa geopolítico da região e permitindo a atualização dos cadastros censitários e institucionais.
Moisés Braz reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento do interior cearense. “A regularização territorial é um passo fundamental para o planejamento estratégico e para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos de Ararendá e Ipaporanga", apontou.
