quinta-feira, 28 de maio de 2026

Camilo decide defender sua honra e o Governo


“Mostrem uma obra, algo que tenha sido feito, uma ação comunitária, uma Delegacia da Mulher, um hospital, um posto de saúde, uma escola ou um emprego vetado por esse pessoal que faz do ódio, da truculência e do estímulo à violência o seu discurso”, desabafou e desafiou o senador Camilo Santana. A subida de tom tem alvos: Ciro Gomes e os bolsonaristas. Atacado há quase um ano, sob forte pressão da oposição, Camilo começou a reagir estrategicamente no momento em que prefeitos aliados pedem mais firmeza e voz mais forte no contra-ataque político.

Camilo vai insistir na tese de que o grupo liderado por Ciro representa o bolsonarismo no Ceará e se uniu sem projeto político, movido apenas pelo ódio. “Dizer que o nosso lado não tem valores e que o Ceará é controlado por facções é mentira. Qualquer cidadão pode ir e vir sem problemas”, afirmou, acrescentando que as facções criminosas existem em todo o Brasil e nasceram no Rio de Janeiro e em São Paulo antes de se espalharem pelas periferias.


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