segunda-feira, 13 de abril de 2026

A força eleitoral de padres católicos e pastores evangélicos


Costumo acordar por volta das quatro da madrugada. Antes do amanhecer, leio jornais e assisto, no YouTube, a padres, bispos católicos e pastores evangélicos. Cito Padre José Augusto, Alexandre Oliveira, Márcio Mendes e Frei Gilson. Entre os evangélicos, R.R. Soares, Edir Macedo e Silas Malafaia.

Esses líderes movimentam milhões de pessoas que os seguem com fidelidade impressionante. Têm o dom da oratória e a capacidade de, por meio da palavra, oferecer conforto e fé, além de mobilizar contribuições dos fiéis.

O ponto mais sensível está na influência política. Muitos seguidores votam conforme a orientação de seus líderes. A Igreja Católica não adota esse direcionamento eleitoral, o que pode ser visto como fragilidade em um cenário de forte polarização.

Tirando o fanatismo político, quando falam sobre a vida e a interpretação da Bíblia, é enriquecedor ouvir. Quando a política passa a direcionar a fé para interesses específicos, o debate se empobrece.


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