“Tem três tipos de gente. Os que atrapalham, que são muitos; os que fazem de conta, que são maioria; e os que ajudam, que são poucos, mas deveriam ser maioria. Essa é a ordem da vida nas atividades profissionais, na política e no dia a dia”, disse o ministro André Mendonça.
O ensinamento do ministro, que se tornou poderoso relator do caso do INSS e do assalto ao Banco Central e à população pelo presidente do Banco Master, o senhor Vorcaro, mostra que ele está sendo extremamente rigoroso, fechou os ouvidos para suspeitos e quer apuração, punição e ressarcimento aos cofres públicos.
Nos próximos dias, a Polícia Federal deve concluir uma investigação sobre o rombo causado ao mercado e apontar quem são os envolvidos no esquema criminoso montado por uma organização que fraudou o Brasil e chamou a atenção do mundo. André Mendonça foi rigoroso advogado da CGU no combate à corrupção.
Em Brasília, os figurões da política estão apavorados com a possibilidade de uma delação premiada detalhar os fatos, ou mesmo com descobertas da Polícia Federal sobre onde foi parar o dinheiro, quase R$ 56 bilhões, e quem captou recursos para o Banco Master.
