As movimentações partidárias dos próximos meses terão pouco de ideologia. A lógica dominante será a sobrevivência política.
No PSDB, por exemplo, foi criado até um teto de votos para candidatos a deputado estadual. No União Brasil, a tendência é restringir novas filiações para a disputa de deputado federal.
No PSOL, a estratégia passa por concentrar forças na eleição de Luizianne Lins para deputada federal.
Já o PL pretende manter a atual bancada federal e estadual, abrindo espaço para novas lideranças alinhadas ao bolsonarismo.
