segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

O centrão, a extrema-direita e a esquerda: para onde vai o Brasil


Hoje, no Ministério Público e no Judiciário, temos juízes, desembargadores e até ministros recebendo R$ 200 mil por mês por conta dos “penduricalhos”

Qual o destino do Brasil? A pergunta merece resposta urgente, afinal o País tem uma Constituição, regras comerciais, leis tributárias e orçamento. Vivemos numa nação onde a liberdade é uma realidade nas nossas vidas e no comércio.

Uma votação simbólica, onde todos os líderes partidários concordaram, a Câmara Federal reajustou o subsídio dos seus servidores. O reajuste furou o teto constitucional. A Constituição brasileira diz textualmente que o teto do serviço público é o salário do ministro do STF, cerca de R$ 49 mil mensais. Hoje, no Ministério Público e no Judiciário, temos juízes, desembargadores e até ministros recebendo R$ 200 mil por mês por conta dos “penduricalhos”, manobras para desrespeitar o teto salarial.

Trazendo essa questão para a política, fica fácil entender porque estamos vivenciando uma crise política sem precedentes. O completo desrespeito às leis. A classe política, nossa representação no Congresso Nacional, tirou o país do eixo. A outra desordem: deputados e senadores se tornaram ordenadores de despesas por meio das emendas parlamentares, emendas PIX, emendas individuais e de comissão. Tudo errado. No jogo político, a internet é utilizada como ferramenta de narrativas diversas entre centrão, extrema-direita e esquerda. Na verdade, são iguais e estão destruindo a nação.


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