sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

No pós-Carnaval, Elmano sobe o tom, compara entregas e cobra ações da oposição


Na era pós-Carnaval, o governador Elmano inicia falas mais duras sobre a sucessão estadual. “Estamos entregando ao povo cearense o Carnaval mais tranquilo da história. A redução foi perceptível, e o sentimento de calmaria e segurança prevaleceu, com poucos homicídios e redução de roubos de celulares e assaltos”, declarou. “Eles só sabem falar mal, não mostram nada do que fizeram.”

“Eu aprendi uma coisa na política que vale para a vida. Na política, vale mais o gesto, o que se faz. Falar é bom, ouvir quem fala bem é bom, mas bom mesmo é ouvir quem faz”, atacou.

“Eles só falam, não dizem o que fizeram. O Evandro assumiu a Prefeitura há um ano com mais de R$ 1 bilhão em dívidas para pagar aos fornecedores. Nem comida para os pacientes havia no IJF. A Santa Casa estava fechada, com apenas cinco leitos, e o Hospital Nossa Senhora da Conceição, destruído, no chão. Ele está reconstruindo o hospital após ajustar as contas, saindo da situação ‘C’, sem crédito, para colocar a Prefeitura na posição ‘B’, que consegue crédito e respeito na praça”, afirmou Elmano.

O novo estilo do governador marca a fase do ano eleitoral. Elmano foi atacado todos os dias e sempre dizia ter herdado do pai “o poder de ter muita paciência”. Agora, sinaliza que vai retrucar. O discurso duro, na entrega de 409 armas à Guarda Municipal de Fortaleza, ao lado de vereadores, deputados e lideranças comunitárias, é um registro para a história política.

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