O governador Elmano de Freitas montou uma equipe composta majoritariamente por técnicos, entregando poucos cargos de maior relevância política aos partidos da base de sustentação
Com a aproximação do calendário eleitoral, peças do primeiro e do segundo escalões devem deixar o Governo para disputar eleições, movimento natural em anos pré-eleitorais. As mudanças nas secretarias estratégicas ganham importância para os partidos, mas a prioridade do Palácio é manter um grupo forte, capaz de garantir entregas e sustentar o projeto de reeleição.
No tabuleiro político surgem nomes de peso, como Bismarck Maia, Leônidas Cristino, Marcos Cals, entre outros, que não pretendem disputar mandato e podem reforçar o Governo como secretários com densidade política.
O governador Elmano mantém silêncio. A primeira mudança deve ocorrer na Casa Civil, caso Chagas Vieira decida disputar a eleição. Outros nomes que devem deixar o Governo buscam viabilizar sucessores, entre eles Zezinho Albuquerque, Eduardo Bismarck, Fernando Santana e Moisés Braz.
