Com a chegada de Amílcar Silveira ao comando da Federação da Agricultura do Ceará, o agro mudou de postura. Passou a falar grosso, construiu parceria com o Governo do Estado — de quem andava distante — e levantou pontes sem tratar de ideologia ou polarização política. Tratou de comida. Tratou de produção.
A fartura do novo agro cearense pode ser vista nos portos do Mucuripe e do Pecém, nas estradas e nos aeroportos, cruzando fronteiras. Com mais de 25% de crescimento, o Ceará alimentou europeus, latino-americanos e até os americanos de Trump, mas acabou ensinando o roteiro para descobrir outros países.
O ano de 2026 promete notícias ainda melhores. Se o governador Elmano conseguir a anuência para repassar aos empresários do agro e aos agricultores familiares os perímetros irrigados desativados — ou que nunca funcionaram — do DNOCS, serão mais 46 mil hectares produzindo.
Segundo Amílcar Silveira, cerca de 100 mil empregos poderão ser gerados, e o PIB cearense dará um salto jamais visto. Um estado forte precisa de atores privados como Ricardo Cavalcante e Amílcar Silveira: homens de negócios cercados por técnicos e empresários solidários, do dono de um pequeno terreno ou de uma pequena fábrica até o empresário de faturamento bilionário.
