sexta-feira, 14 de novembro de 2025

A Justiça Eleitoral confia na democracia e segue a lei

A pressão política aumentou. Lideranças passaram a questionar decisões de juízes e do pleno do Tribunal Regional Eleitoral sobre registros de candidaturas, julgamentos de campanhas e até a liberação de acusados de crimes eleitorais. O caso mais citado é o do ex-prefeito de Santa Quitéria, Braguinha, cassado pelo TRE. Ele chegou a ser preso no início do ano, mas atualmente responde em liberdade, cumprindo medidas cautelares. Mesmo assim, conseguiu eleger o filho prefeito do município.

Questionamentos fazem parte da democracia. Mas antecipar juízo sobre a honestidade da Justiça não é aceitável. Antes de decidir, o TRE analisa investigações do Ministério Público, inquéritos policiais e ouve envolvidos e acusadores. Não existe decisão sem estudo dos autos.

O Tribunal julga processos de Iguatu e Juazeiro do Norte. Pessoas externas tentam se incluir no debate: escritórios milionários, parlamentares e empresários aparecem citados nos bastidores. A Justiça não aceita influência. Segue a lei, examina provas e condena quem errou.