O presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, é inteligente e educado. Inteligente porque na qualidade de funcionário de carreira, moralizou a instituição que frequentava páginas policiais e fazia negócios sem segurança. Profissionalizou o banco com apoio dos colegas. Educado porque em todas as entrevistas os repórteres fazem a mesma pergunta: vai seguir presidente? Pacientemente responde que a função é de confiança do ministro Paulo Guedes e do presidente da república.Com balanço positivo de R$ 700 milhões em 2019 e emprestando mais de R$ 3 bilhões para o microcrédito, Rolim se tornou o gestor no planeta que mais colocou dinheiro no mercado de empreendedores pobres. Recebeu elogios da equipe econômica.
