segunda-feira, 27 de julho de 2026

Zona Rural de Pacajus receberá investimento de quase R$ 25 milhões em abastecimento d’água


A Prefeitura de Pacajus anunciou um investimento de R$ 24.826.643,61 para a implantação de sistemas de abastecimento de água e redes de distribuição na zona rural do município. A iniciativa, realizada em parceria com o Governo do Estado do Ceará, por meio do Projeto São José, beneficiará diretamente 2.660 famílias de 12 comunidades. As obras têm início previsto para 18 de agosto de 2026, com conclusão programada para 31 de dezembro de 2026.

Serão contempladas as comunidades de Itaipaba, Caraúbas, Pascoal, Paulicéia, Umari, Lagoa dos Veados, Pascoalzinho, Cavalaria, Curimatã, Cidade Nova, Tiririca e Localidade da Base. Com a conclusão das intervenções, as famílias passarão a contar com acesso regular à água, contribuindo diretamente para a melhoria da saúde, da qualidade de vida e da dignidade da população rural.

Para o prefeito Edilson das Casas, o investimento representa um avanço importante para garantir mais qualidade de vida às famílias que vivem na zona rural. “Esse é um investimento histórico para Pacajus e, principalmente, para as famílias que vivem na zona rural. Estamos levando água para comunidades que há muito tempo esperam por essa melhoria. Essa parceria com o Governo do Estado, por meio do Projeto São José, fortalece o nosso compromisso de trabalhar para que o desenvolvimento chegue a todos os cantos do município e que a nossa população tenha mais saúde, dignidade e qualidade de vida”, destacou o prefeito.

O investimento reforça o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento de Pacajus e com a ampliação do acesso a serviços essenciais, levando mais segurança hídrica e melhores condições de vida para as comunidades rurais do município.

Renato Roseno: diálogo com as lutas populares e intensa produção legislativa


Enquanto se prepara para o evento de lançamento de sua pré-campanha a deputado federal pelo PSOL, que acontece no próximo dia 7 de agosto na Quadra da unidos da Cachorra na Praia de Iracema, o deputado Renato Roseno faz um balanço de sua atuação na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) após três mandatos. 

Ao longo dos últimos doze anos, Renato manteve as portas de seu gabinete sempre abertas para o diálogo com os movimentos sociais e as lutas populares no estado. Essa, certamente, foi uma das grandes marcas da passagem do advogado pelo legislativo estadual.

Da luta contra a pulverização aérea de agrotóxicos à defesa dos povos tradicionais, da denúncia da devastação ambiental promovida pelo agronegócio à campanha pelo banimento dos alimentos ultraprocessados do cardápio escolar, muitas foram as frentes de atuação do parlamentar. 

No entanto, chama atenção também a intensa produção legislativa de Renato ao longo desses três mandatos na Alece: ao todo, o deputado assina nada mais nada menos do que 70 leis aprovadas no parlamento e sancionadas pelo Poder Executivo. Foram projetos construídos coletivamente com vários interlocutores e que incidem de forma positiva na vida da população, garantindo direitos e fazendo avançar bandeiras da luta socioambiental.

Entre essas iniciativas, podemos citar a Lei Zé Maria do Tomé, que proibiu a pulverização aérea de agrotóxicos no território cearense (lei 16.820/2019); a lei que proibiu a venda e a distribuição de alimentos ultraprocessados nas escolas do estado (lei 19.455/2025); a instituição da Semana Maria da Penha no calendário oficial de eventos do Ceará (lei 16.044/2016); e o projeto de indicação que daria origem à Delegacia de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou de Orientação Sexual (Decrim)

Agora, Renato Roseno se encaminha para uma nova missão: a busca por uma vaga de deputado federal. Os observadores do cenário político são praticamente unânimes na avaliação de que, além do bom caráter, da probidade e do senso de coletividade, caso logre êxito eleitoral, Renato não será um mero coadjuvante ou um simples figurante nos corredores e no plenário da Câmara Federal.

O PDT ressurge


Era improvável o ressurgimento do PDT. No entanto, a força política de Camilo Santana, Elmano de Freitas e Evandro Leitão garantiu um novo fôlego ao partido, que terá condições de buscar a reeleição do deputado federal André Figueiredo. O PDT montou uma chapa com 24 candidatos a deputado federal. A convenção do partido transformou-se em um grande evento e contou com a presença do governador Elmano de Freitas e do prefeito Evandro Leitão.

Giordanna Mano promove maior convenção


A maior convenção realizada no Ceará foi a da Federação PRD/Solidariedade, liderada pela presidente da federação e pré-candidata a deputada federal Giordanna Mano, que lotou o Clube dos Diários, em Fortaleza. Segundo a organização, participaram do evento 27 prefeitos e 370 vereadores. Além de lideranças do interior, estavam no palco, ao lado de Giordanna Mano, Cid Gomes, Júnior Mano, Elmano de Freitas e Evandro Leitão.

Racha na direita e na esquerda marca convenções


A campanha eleitoral será diferente em 2026. Rivalidades que antes não conhecíamos estarão evidentes. Uma delas é o ataque de Ronaldo Caiado ao candidato do PL, Flávio Bolsonaro. “Essa eleição não pode ser dos rejeitados”, afirmou Caiado.

De acordo com a última pesquisa Datafolha, divulgada na sexta-feira (24), Flávio Bolsonaro é rejeitado por 48% dos eleitores. Lula aparece com 46%, enquanto a rejeição de Caiado é de 12%. Nesta segunda-feira, o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, oficializa sua candidatura à Presidência da República. O discurso deverá seguir a mesma linha de Caiado, com críticas a Lula e a Flávio Bolsonaro.

Zema tem motivos adicionais para endurecer o discurso. Não conseguiu apoio em vários estados para candidatos do Partido Novo e, em diversas situações, precisou ceder espaço ao PL, partido de Flávio Bolsonaro.

Coligação de Ciro já registrou candidaturas


Em ação rápida, o jurídico da coligação liderada por Ciro Gomes registrou as candidaturas de Ciro ao Governo do Estado, Roberto Cláudio a vice-governador e Wagner ao Senado. Ao mesmo tempo, divulgou as atas das convenções e o registro das candidaturas majoritárias. Wagner e Roberto Cláudio gravaram vídeos e publicaram nas redes sociais agradecimentos à Federação União Brasil/PP. A novidade, no caso do União Brasil, é a clara divisão entre seus principais filiados. Wagner apoiará Ciro Gomes, enquanto AJ Albuquerque e Moses Rodrigues apostam em Elmano de Freitas.

As conquistas de Ciro


Ciro se aliou ao PL, União Brasil, PP e Avante e ainda pode ampliar seu núcleo de coligações. O tempo de rádio e TV, tanto nos programas eleitorais quanto nas inserções, é fundamental para as candidaturas. Ciro levou os partidos, mas não necessariamente suas principais lideranças. Moses Rodrigues ameaça levar a questão à Justiça Eleitoral. “Antes, vou consultar o jurídico dos partidos”, afirmou.

Elmano foi a convenções e festas no Sertão e em Fortaleza


Elmano de Freitas passou pelo Halleluya, esteve no Granchitão, em Granja, visitou a Expocentral e participou das convenções do PRD, do Solidariedade e do PDT. No Granchitão, agradeceu ao presidente da Alece e aos sete prefeitos presentes. Emocionado, declarou: “Sou grato ao meu amigo de faculdade, da vida e do dia a dia, o brilhante e correto Romeu Aldigueri.”

Convenções: a festa da democracia


​Nas convenções, a festa é da militância, dos filiados e das lideranças que fazem a mobilização da sociedade para participar das campanhas eleitorais. A política, como o futebol, tem apaixonados por partidos e líderes. Isso faz dela a mais importante força para reunir pessoas e formar correntes de pensamento. Os mais importantes filósofos do passado e da sociedade moderna afirmam, de forma categórica, que não existe saída para o mundo que não seja por meio da política. No Brasil, a disputa política envolve cerca de R$ 7,4 trilhões anuais do Orçamento da União. No Ceará, a disputa gira em torno de aproximadamente R$ 60 bilhões por ano.


O artigo de Lula no The Washington Post de hoje é a manifestação firme de um estadista que sabe a hora de falar grosso. Leiam a tradução:


"Lula para Trump: ‘Ninguém vai nos derrotar através de mentiras’

(The Washington Post, 26.7.2026)

Há um ano, fiquei surpreso com a publicação, em uma plataforma digital, de uma carta do presidente Donald Trump impondo uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. O primeiro parágrafo se referia ao ex-presidente Jair Bolsonaro — que foi condenado ano passado por tentativa de golpe de Estado no Brasil e agora está em prisão domiciliar —, explicitando a motivação política por trás da medida.

Nas minhas conversas com o Presidente Trump desde então, salientei que não precisamos partilhar a mesma visão do mundo para prosseguir numa relação mutuamente benéfica entre os nossos países. Afinal, lideramos as duas maiores democracias e economias das Américas.

Negociações entre nós, juntamente com decisões da Suprema Corte dos EUA, desmantelaram a versão inicial das medidas tarifárias abrangentes. No entanto, este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre as nossas equipes, argumentos técnicos sólidos e documentos que entreguei pessoalmente ao Presidente Trump, o governo dos EUA impôs novas tarifas ao Brasil variando de 12,5% a 37,5%.

Como resultado, a Global Trade Alert, uma organização independente sediada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são agora os dois países mais fortemente tarifados pelos Estados Unidos, atrás apenas da China. Isto apesar do superávit dos EUA com o Brasil no comércio bilateral de bens e serviços, que totalizou US$ 428 bilhões em 15 anos consecutivos.

Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: prejudicarão a economia dos EUA e a parceria com o Brasil. Vários setores industriais dos EUA dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e muitos outros produtos ficarão mais caros para os consumidores dos EUA.

As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o nível mais baixo desde 1997. Comparando os primeiros seis meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA caiu 12,8%, enquanto o comércio do Brasil com a União Europeia cresceu 6,1% e seu comércio com a China aumentou 15,9%.

A médio prazo, essas tarifas irão perturbar cadeias de abastecimento hoje profundamente integradas, e as empresas brasileiras substituirão os fornecedores norte-americanas por parceiros de outros lugares.

Isso diz muito sobre a inconsistência entre os interesses que os Estados Unidos proclamam em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que seguem em relação ao Hemisfério Ocidental.

A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões patrulhando suas águas nem de tarifas punitivas. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Numa época em que os EUA estão fechando seu mercado, outros países têm se apresentado como alternativas, oferecendo uma agenda positiva capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.

Estou convencido de que unir forças em torno de iniciativas concretas que envolvam investimento, comércio e luta contra o crime organizado é o caminho a seguir para superar os males que afligem um hemisfério que pertence a todos nós.

Dividir o mundo em esferas de influência e buscar empreendimentos neocoloniais em busca de recursos estratégicos são gestos anacrônicos e retrocessos.

Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington se mostrou capaz de ser um parceiro digno de nossos interesses de desenvolvimento.

O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou a Política de Boa Vizinhança, que procurava substituir o uso da força pela diplomacia na política externa dos EUA em relação à região. Essa abordagem contribuiu decisivamente para os estágios iniciais da industrialização do Brasil. Ao enfrentar a crise financeira de 2008, o Presidente George W. Bush incluiu três países latino-americanos na cimeira inaugural do Grupo dos 20 líderes.

Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é a guerra contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas que devemos utilizar são o investimento, a transferência de tecnologia e o comércio justo e equilibrado.

Tentativas de impor restrições ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não serão aceitas. Nunca antes um secretário de Estado dos EUA declarou que o Brasil não é amigo dos Estados Unidos. Ninguém nos derrotará através de mentiras.

As alegações do presidente Trump contra o Brasil, tentando justificar tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é um passe livre para atividades criminosas nas plataformas de redes sociais — não desistiremos de proteger as nossas famílias e crianças da ganância de um punhado de oligarcas tecnológicos. Nosso sistema de pagamento, PIX, não discrimina empresas dos EUA. e é uma referência internacional em infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, começamos a combater agressivamente os crimes ambientais e a reduzir drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.

Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que sabem respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de todas as relações entre as nações, e temos os mecanismos apropriados para garanti-la.

Estamos prontos para continuar engajados em um diálogo aberto e construtivo, como exige o relacionamento entre dois países como Brasil e Estados Unidos. Mas o destino do Brasil cabe somente aos brasileiros determinar — sem interferência estrangeira ou subserviência."

domingo, 26 de julho de 2026

Coligação Unir para Mudar apresenta pedido de registro das candidaturas de Ciro Gomes(Governador) e Roberto Cláudio (Vice-Governador) no TRE.


Festival Halleluya bate recorde de público


Maior festival de música gospel do Brasil, o Halleluya pode ser considerado, agora, o maior da América Latina. 

Meio milhão de pessoas, no sábado à noite, marcaram presença para ver a palavra do Papa Leão XIV. 

A mensagem emocionou milhares de fiéis que choravam, se abraçavam e sorriam. Muitos nomes presentes, como Fábio de Melo e padre Marcelo Rossi.

Capitão Wagner anuncia decisão da Federação Progressista


Em vídeo, ao lado de Roberto Cláudio, Capitão Wagner anunciou o resultado da convenção da Federação União Progressista.

Orós terá água tratada nas comunidades


O deputado Simão Pedro nunca se conformou e mostrava indignação ao relatar que o município de Orós tem um açude gigante”, mas parte da população não acessa à água tratada. 

Simão foi em busca de reposta e fez o pedido, conseguiu. “Participei de uma reunião de trabalho para tratar da Ordem de Serviço dos projetos de abastecimento d'água do PAC Cidades. O investimento beneficiará diversos municípios cearense e em Orós será nas comunidades de Pedregulho, Carnaubinha e Pai Antônio/Cabeça de Negro, levando mais segurança hídrica e qualidade de vida às famílias”

O parlamentar agradeceu. Parabenizou o governador pela condução dessa importante iniciativa, em parceria com o Governo Federal, que amplia o acesso à água para quem mais precisa.

Prefeita Ivonete Braga comemora adutora do Serrote


“Água, saúde e dignidade para Pedra Branca. Recebemos a Ordem de Serviço da Adutora do Sítio Serrote, um investimento de R$ 921 mil que vai beneficiar 21 famílias com água tratada, mais qualidade de vida e segurança hídrica. Essa conquista representa mais saúde, mais desenvolvimento para a comunidade e a tranquilidade de saber que a água chegará às casas de quem tanto esperou por esse momento. Agradeço ao presidente @lulaoficial, ao governador @elmanofreitas e ao ministro @joseguimaraesce por essa importante realização”, escreveu a prefeita Ivonete Braga à porta do gabinete do governador.



.